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Vendedor de Campinas preso em operação sobre bets e tráfico é solto pela Justiça
13/05/2026
(Foto: Reprodução) Colar com imagem de Pablo Escobar e armas foram apreendidos pela PF contra MC Ryan SP e MC Poze do Rodo
Divulgação/PF
endedor Vitor Ferreira da Cruz Junior, de Campinas (SP), preso na Operação Narco Fluxo — megaoperação da Polícia Federal que investiga um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado a bets ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas — obteve habeas corpus na Justiça Federal nesta quarta-feira (13).
Na decisão, a desembargadora Louise Vilela Leite Filgueiras, da 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), determinou a soltura ao revogar a prisão preventiva de Vitor, mas impôs as seguintes medidas cautelares:
compromisso de comunicar ao juízo, no prazo de 10 (dez) dias, o endereço correto em que poderá ser encontrada e qualquer mudança deste endereço;
comparecimento a todos os atos do processo;
não se ausentar da cidade de residência por mais de 5 (cinco) dias sem autorização do juízo;
comparecer mensalmente em juízo para comprovar suas atividades;
proibição de se ausentar do país sem autorização do juízo, com entrega do passaporte, se houver.
O advogado José Pedro Said, que representa o vendedor, afirmou que “a justiça foi feita dentro do caso concreto”.
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Também nesta quarta, outro investigado na mesma operação, o funkeiro MC Ryan SP, preso na investigação, foi solto pela Justiça Federal.
Operação da PF e Baep de Campinas prende MCs Ryan e Poze do Rodo
Segundo a investigação da Polícia Federal, o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 1,6 bilhão por meio de empresas de fachada, contas de passagem, criptomoedas e remessas ao exterior.
O inquérito aponta ainda suposta ligação com exploração de apostas ilegais, rifas clandestinas e lavagem de dinheiro oriundo do tráfico internacional de drogas.
Segundo a Polícia Federal, a investigação aponta a atuação de uma organização criminosa estruturada, que utilizava empresas de fachada, transporte de dinheiro em espécie, criptoativos e bens de alto valor para ocultar a origem de recursos ilícitos. A Justiça determinou ainda bloqueio de contas, sequestro de bens e restrições societárias.
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