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Homem denunciado após aluna assistir palestra em escola é preso por abuso sexual no Acre
12/06/2026
(Foto: Reprodução) Menina relatou abuso após assistir a palestra do Projeto Pequenos Brilhantes, em Manoel Urbano, no interior do Are
Arquivo/Sejusp
O homem que foi denunciado após uma estudante de 10 anos assistir a uma palestra sobre cuidados com o corpo na escola, em Manoel Urbano, no interior do Acre, foi preso nessa quinta-feira (11).
Segundo o delegado Thiago Parente, o suspeito teve prisão preventiva decretada após um pedido do Ministério Público do Acre (MP-AC). Como o nome do suspeito não foi divulgado, o g1 não conseguiu localizar a defesa dele.
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Ainda conforme o delegado, o investigado passou por audiência de custódia nesta sexta (12) e foi levado a um presídio. A apuração policial continua.
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A palestra que contribuiu para a denuncia fazia parte do Projeto Pequenos Brilhantes e ocorreu no dia 29 de maio. Após o fim da apresentação, a menina procurou um policial que estava na palestra e fez a denúncia. A equipe policial acionou imediatamente o Conselho Tutelar e a Polícia Civil.
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Conforme apurado pelo g1, a apresentação tinha como foco explicar sobre abuso sexual e como identificar os sinais. Em nota anterior, o Conselho Tutelar ressaltou que em casos como esse são adotados protocolos de acolhimento imediato e escuta protegida da criança.
Além disso, também ocorreu a aplicação de medidas protetivas de urgência para garantir o distanciamento do suposto agressor e a segurança da vítima. "Reiteramos que as ações do Maio Laranja permitem que as vítimas rompam o ciclo de silêncio", dizia parte da nota.
Veja como denunciar casos de violência infanto-juvenil:
Polícia Militar - 190: quando a criança está correndo risco imediato;
Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes;
Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres;
Qualquer delegacia de polícia;
Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa;
Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia;
WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008;
Ministério Público;
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